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A dieta detoxificante é importante para aliviar o trabalho do fígado, cansado por trabalhar demais para metabolizar álcool, gorduras e outras toxinas por causa dos excessos de final de ano. Além disso, esses alimentos podem ser termogênicos - que estimulam o corpo a gastar mais energia em repouso. O organismo funcionando bem, a perda daquela barriguinha recém-adquirida se torna muito mais fácil. E lembre-se: quanto mais rápido perder um quilo que foi adquirido, mais fácil ele vai embora.

A nutricionista Cintia Azeredo, do Vita Check-Up Center, listou 10 alimentos para inserir na dieta:

1- Água de Coco: fonte de sódio, magnésio, potássio e fósforo. Ajuda na reposição de minerais perdidos e atua como hidratante.
2- Chá Verde: ação diurética. Alivia retenção de líquidos e reduz o inchaço;
3- Chá de Cavalinha: possui ação diurética;
4- Gengibre: aumenta a produção de enzimas no fígado, que eliminam toxinas. Possui ação antiinflamatória e termogênica;
5- Aveia: rica em fibra solúvel, magnésio e vitaminas do complexo B. Favorece o bom funcionamento do metabolismo e aumenta a sensação de saciedade;
6- Sementes de Chia, linhaça, quinua e gergelim: ricas em nutrientes antioxidantes, possuem ação antiinflamatória e fibras que aumentam a saciedade;
7- Salmão ou atum: ricos em ômega 3, são excelentes antioxidantes protetores do cérebro e do coração. Fontes de proteína com alto valor nutritivo;
8- Frutas da estação: são sempre bem-vindas, devido aos seus altos teores de vitaminas antioxidantes, minerais e fibras, o que ajuda na hidratação e eliminação de toxinas;
9- Verduras: são ótimas fontes de fibras, vitaminas e minerais que também atuam no processo de eliminação de toxinas;
10- Alimentos integrais: contém alto valor energético e possuem carboidrato de melhor qualidade, além de preservar nutrientes como vitaminas, minerais e fibras. Aumentam a sensação de saciedade, possuem absorção do carboidrato mais lenta, o que evita pico de açúcar no sangue.
Resultados de Exames
O brasileiro consome grandes quantidades de protetor solar. Segundo dados da Associação Brasileira de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos (Abihpec), o Brasil responde por 23% do mercado de protetores solares do mundo. Uma pesquisa feita em 2014 pela empresa de pesquisa de mercado Mintel, a pedido da Abihpec, concluiu que 50% dos brasileiros usaram protetor solar com FPS acima de 30 nos últimos seis meses.

Apesar do consumo disseminado do produto, especialistas alertam que a maioria das pessoas não usa a proteção de forma adequada e continuam parcialmente vulneráveis aos efeitos nocivos do sol. “O usuário sabota o protetor solar”, diz o dermatologista Marcus Maia, coordenador do Programa de Combate ao Câncer de Pele da Sociedade Brasileira de Dermatologia e professor da Faculdade de Medicina da Santa Casa.

Entre os principais erros está usar uma quantidade menor do que a indicada, não reaplicar o protetor periodicamente, esquecer de passar em determinadas áreas do corpo expostas ao sol e escolher um produto com FPS menor do que o recomendado. A pesquisa da Mintel aponta, por exemplo, que só 39% dos brasileiros afirmam que usam o FPS mais correto para suas peles.

Escolhendo o protetor - Segundo a dermatologista Flávia Addor, diretora da Sociedade Brasileira de Dermatologia e presidente do conselho científico-tecnológico do Instituto de Tecnologia e Estudos de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos (Itehpec), para escolher o protetor solar facial de uso diário é preciso levar em conta o tipo de pele: há produtos destinados a peles mais oleosas ou mais secas, por exemplo.
Quando a exposição ao sol for intencional - como na praia ou na piscina - o fator de proteção solar (FPS) deve ser de, no mínimo, 30.
Protetores solares com cor ou bases podem aumentar a adesão ao produto para pessoas que costumam usar maquiagem. “Além de ter a proteção, a pessoa se sente mais bonita porque consegue uma uniformização da pele. Esses produtos geralmente também têm uma cosmética muito boa”, diz Flávia.
No caso de pessoas que já têm histórico familiar ou pessoal de doenças na pele provocadas pelo sol, o ideal é procurar um dermatologista para que ele possa ajudar na escolha do protetor solar mais adequado.

Quantidade certa - Especialistas recomendam usar o protetor solar em todas as áreas expostas. No dia a dia, por exemplo, rosto e braços devem ser protegidos.
Quando houver uma exposição intencional, como quando se vai à praia ou à piscina, a forma correta de usar o protetor solar é aplicar duas camadas do produto em todo o corpo ou uma colher de chá para rosto, cabeça e pescoço; duas colheres de chá para frente e trás do torso; uma colher de chá para cada braço e duas colheres de chá para cada perna. As recomendações são do Consenso Brasileiro de Fotoproteção, lançado em 2013.
O protetor solar deve ser aplicado 15 minutos antes da exposição ao sol e deve ser reaplicado a cada duas horas enquanto se estiver exposto.
Maia lembra que o protetor deve ser usado em qualquer horário do dia, mesmo em dias nublados. “Não existe mais o ‘sol bonzinho’ agora que sabemos que os raios UVA também causam câncer”, diz.

Fonte: g1.globo.com
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