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O Dia Internacional da Mulher, ou simplesmente Dia da Mulher, é comemorado todos os anos no dia 8 de março e tornou-se uma celebração quase no mundo todo, evocando a importância da mulher e sua contribuição essencial para a família e a vida profissional em nosso mundo globalizado.

Adotado como data símbolo pelas Nações Unidas, o Dia Internacional da Mulher celebra as conquistas sociais, econômicas e políticas do sexo feminino.
Como surgiu o Dia da Mulher

A data escolhida como Dia da Mulher lembra a origem das manifestações das mulheres da Rússia, que exigiam melhores condições de trabalho e de vida, no início do século XX. Essas manifestações, inclusive, marcaram o início da Revolução Russa, que derrubou o czarismo.
Os historiadores não chegam a um consenso sobre os acontecimentos do dia 8 de março, que representa o início da revolução feminina. Alguns alegam que pode ter sido uma manifestação feminina, em 1857 ou 1908, outros dizem que foi um incêndio numa fábrica, responsável pela morte de muitas mulheres.
Depois da Primeira Guerra Mundial, e com o início da Revolução Industrial do século XX, as mulheres foram incorporadas como mão de obra às indústrias, mas os protestos ainda eram muito freqüentes em virtude da insalubridade no ambiente de trabalho.
Resultados de Exames
Comer frutas frescas todos os dias diminui o risco de doenças cardiovasculares

Segundo pesquisa inglesa, pessoas que comem frutas frescas todos os dias têm menor probabilidade de apresentar problemas no coração ou derrame.

Os males cardiovasculares são a principal causa de morte no mundo. E já se sabe que hábitos saudáveis - como uma alimentação balanceada e a prática regular de atividade física - são capazes de reduzir o risco de desenvolver essas doenças. Mas esse elo foi reforçado por um estudo da Universidade de Oxford, na Inglaterra, divulgado na edição de 2014 do Congresso da Sociedade Europeia de Cardiologia.

Os cientistas analisaram nada menos do que 451 681 chineses e dividiram os participantes de acordo com a frequência com que comiam frutas. Após setes anos, os estudiosos notaram que aqueles que ingeriam esses alimentos todos os dias tinham uma propensão até 40% menor de apresentar doenças cardiovasculares em relação aos que nunca levavam os itens ao prato.
Ao avaliar os achados de forma mais detalhada, os resultados também foram surpreendentes: comer frutas diariamente reduziu em 15% o risco de doenças isquêmicas do coração (como o infarto), em 25% a probabilidade de um acidente vascular cerebralisquêmico (quando neurônios morrem) e em 40% a propensão a um derrame hemorrágico (ocorre nos casos em que uma artéria se rompe). E tem mais: quem sempre comia maçã, banana e afins tinha uma pressão arterial mais baixa, outro fator importante na prevenção dessas encrencas.

Quanto consumir
No trabalho inglês, os voluntários ingeriam, em média, 1,5 porção de frutas por dia. Mas a recomendação da Organização Mundial da Saúde é comer cinco porções diárias de frutas, verduras e legumes.

Fonte: mdemulher.abril.com.br/saúde
Especial Mulheres - Saiba Mais sobre o Câncer de Colo Uterino

No Brasil, a principal estratégia utilizada para o rastreamento do câncer do colo do útero é a realização da coleta de material para exames citopatológicos cervico-vaginal e microflora, conhecido popularmente como Papanicolaou, associado ao Ultrassom Transvaginal - exame que permite a visualização do útero, ovário e trompas.
A efetividade da detecção precoce associado ao tratamento em seus estágios iniciais tem resultado em uma redução das taxas de incidência de câncer invasor que pode chegar a 90%.
O exame deve ser realizado em mulheres de 25 a 60 anos de idade, uma vez por ano.
O exame de ultrassom transvaginal também deve ser feito anualmente.
Fatores de Risco Associados ao Câncer do Colo do Útero
Os fatores de risco mais importantes para o desenvolvimento do câncer do colo do útero são:

• Infecção pelo Papiloma Vírus Humano - HPV - sendo esse o principal fator de risco;
• Início precoce da atividade sexual;
• Multiplicidade de parceiros sexuais;
• Tabagismo, diretamente relacionados à quantidade de cigarros fumados;
• Baixa condição sócio-econômica;
• Imunossupressão;
• Uso prolongado de contraceptivos orais;
• Higiene íntima inadequada